O Plano de Deus para la Vida

A cultura da morte não será vencida até que se arrependam da prática da contracepção. - Brian Murphy

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O Plano de Deus para a Vida

 

Os Planos de Amor

A escritura revela-nos que quando Deus concebeu um plano para a vida, ele usou um plano grandioso, cuidado e amoroso.


Em Jer 1,5, Deus diz “Antes que fosses formado no ventre de tua mãe, Eu já te conhecia, e te constituí profeta entre as nações.” Isto é bastante surpreendente. Deus conhecia Jeremias antes de ele ter nascido. Daqui se segue que Deus nos conhece a todos antes até de nós nascermos.
  

O plano grandioso, cuidado e amoroso de Deus está confirmado em Rom 8, 29-30 onde Paulo afirma:
“Porque os que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem do Seu filho, a fim de que Este fosse o Primogénito de muitos irmãos.”
A mesma ideia de pré-conhecimento é revelada na Carta de Paulo aos Efésios 1, 3-4:
“Bendito seja o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo, do alto dos céus. Foi assim que n’Ele nos escolheu antes da constituição do mundo, para sermos santos e imaculados diante dos Seus olhos.”
O amor requer um plano grandioso. O plano de Deus para a vida começou antes do mundo ser criado.

 

No Principio

O princípio da execução do plano de Deus para a vida é revelado no Livro do Génesis.   Quando lemos o livro do Génesis, reconhecemos os elementos espirituais que estão a ser transmitidos na narrativa.   Adão representa o homem; Eva representa a mulher.  Ele criou o homem à Sua semelhança, Gén 1, 27.  O homem tem características assombrosas.  Ele tem a capacidade de criar, de ter um sentido de justiça, de interceder, de salvar, de ter misericórdia, de perdoar – estas coisas, por si só, colocam-no muito acima dos animais, talvez até dos anjos.  O homem é mesmo, de modo surpreendente, como Deus.  Além disso, tem a capacidade de ter uma relação com Deus.  O homem pode receber o Espírito Santo – o próprio Deus. Por fim, o homem está destinado à vida eterna. Não há nada mais semelhante a Deus do que ter a vida eterna!

O primeiro mandamento na Bíblia é “sede fecundos e multiplicai-vos.”  Logo a seguir vem o segundo mandamento "Enchei e dominai a terra." Gén 1, 28.  Estes são elementos extremamente importantes do plano de Deus para a vida.  Eles assumem um significado actual no mundo de hoje.  A terra ainda não está cheia e dominada.  Existem muitas recursos e há muita terra por cultivar.  O plano de Deus para a vida e os mandamentos que o acompanham continuam a ser válidos.

Castidade

A importância da castidade, como parte do plano de Deus para a vida, está incluída num dos Dez Mandamentos, “Não cometerás adultério.” Êx 20. O Levítico 18 é inteiramente dedicado a várias directivas acerca da santidade dos poderes da procriação. Foi ordenado aos homens que não tivessem relações sexuais com as mães, com cunhadas, com a mulher do próximo ou com um outro homem.  Foi ordenado aos homens e às mulheres que não tivessem relações carnais com animais. Todas estas abjecções são uma abominação.  Com efeito, Deus decretou que todo o ser humano deve ser casto.  Os solteiros devem ser castos.  Os casados devem ser castos.  As viúvas devem ser castas.

Matrimónio

Só o matrimónio com uma esposa proporciona um ambiente amoroso e seguro que assegura a procriação e o plano de Deus para a vida. O plano amoroso da procriação é uma relação mútua connosco em que nós seguimos a sua directiva para sermos castos, férteis e multiplicar, encher a Terra e dominá-la.  Através do matrimónio nós procriamos seres humanos que Ele conheceu concebeu ou previu antes da criação do mundo.   A castidade e o matrimónio conjugam-se para promover a fertilidade.

Filhos de Deus

O plano de Deus torna-se maior ainda.  Os seres humanos, através de Jesus Cristo, tornam-se filhos de Deus.  Cheios do Espírito Santo do próprio Deus, eles cumprem as exigências da castidade e da procriação abundante.   Multiplicam-se com alegria.  Além disso, os seres humanos possuem uma miríade de talentos para cumprir o plano de Deus por forma a dominar a terra.  São trabalhadores, engenheiros, agricultores, contabilistas, médicos, artífices, cientistas e pessoas de muitos talentos e raças, todas concebidas e destinadas por Deus.  Os seres humanos sentem orgulho e alegram-se ao cumprirem o plano de Deus para dominar a terra e em serem um só com Ele.

Sodomia e Contracepção Condenadas

Muito cedo, na história da salvação, algumas lições importantes tiveram de ser ensinadas.  O castigo de Sodoma e Gomorra, Gén 19, é familiar a muitos.  As cidades foram destruídas por Deus como um sinal perpétuo para as perversidades que nelas existiam, particularmente a sodomia, que era um desvio significativo do plano de Deus para a vida.  Na história de Onan (Gén 38), que não é muito conhecida ou compreendida, outra lição importante sobre a procriação tinha de ser ensinada.  Onan era um dos três filhos de Judá.  O primeiro filho pecou aos olhos do Senhor e foi morto.  Não nos foi dada a razão.  Naquele tempo, de acordo com a lei do Levirato, foi pedido a Onan que desposasse a mulher de seu irmão, Tamar, para que gerasse descendência em nome de seu irmão.  Onan desposou-a, mas quando tinha relações simulava o acto, e depois derramava o sémen no chão.  Na terminologia médica, isto chama-se “coitus interruptus.”  Mais vulgarmente, é designado por “retracção” e é uma forma de contracepção. Onan fazia isto porque ele não queria ter filhos em nome do seu irmão morto. Deus tirou-lhe a vida.  É evidente que Deus o matou porque ele defraudou o matrimónio da sua finalidade procriadora.  Depois, Tamar teve relações sexuais ilícitas com Judá, seu sogro.  Tamar deu à luz gémeos. Apesar dos seus pecados, nem ela, Judá, ou os gémeos foram mortos.  Só Onan foi morto como testemunho perpétuo para o mal de defraudar o matrimónio da sua finalidade procriadora.  Onan não foi morto porque não queria desposar Tamar.  O castigo por não desposar Tamar (q.v.Deut 25) não foi a morte.  Se ele escolhesse não casar com Tamar, ela podia tirar a sandália e cuspir-lhe na cara em público, humilhando-o, desse modo. Isto é muito menos que a pena de morte.  Onan foi morto porque o seu acto de contracepção tinha efeitos e consequências muito mais graves.  O seu comportamento atacou o plano de Deus para a vida.  As crianças que deviam ter nascido não nasceram.  Vemos, por esta história, que a contracepção contraria o plano de Deus para a vida e que Deus repudia a contracepção. Essencialmente Deus diz: “O plano para a vida e para a criação é o meu plano.”

Os filhos são uma bênção

Os filhos são uma bênção; são inocentes e alegres.  Os filhos enriquecem os pais, tornando-os menos egoístas.  Os filhos tornam-se inventores adultos que resolvem os problemas do mundo.  Os filhos tornam-se apóstolos adultos para proclamar o Mundo.  Grandes populações aumentam o nível de vida providenciando uma grande variedade de bens e serviços.  Além disso, estes serviços são fornecidos com baixo custo por pessoa.  Por exemplo, uma pequena cidade com uma população de 1000 pessoas não pode pagar a sua própria instalação sanitária.  São necessárias, pelo menos, 100,000 pessoas.   São necessárias grandes populações para custear uma indústria de rede telefónica ou de rede automóvel.  Os Estados Unidos são a terceira nação mais populosa do mundo, depois da China e da Índia.  A população e o mercado livre tornaram-na próspera.  Os filhos crescem e criam prosperidade!    

Quando termina o plano?

Não nos compete a nós saber.  A terra tem 6 milhões de habitantes.  Baseados na percentagem da superfície terrestre usada correntemente para as cidades e para as quintas (11%) ela pode conter 60 biliões ou mais.  A questão é que nós não estamos em parte alguma perto de encher a terra e de a conquistar.   O plano de Deus para a vida é um plano de amor e Ele sabe dirigir a sua execução para o nosso máximo proveito e júbilo. Louvado seja o Senhor!

A Rebelião da Humanidade Contra os Planos de Deus para a Vida

 

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